Após quase dois anos de gestação, finalmente meu camarada Luis Aranguri e eu conseguimos editar a Revista Antílope #1!!!
Esta formidável publicação reúne histórias em quadrinhos independentes à boa, velha e não muito praticada crítica e teoria de quadrinhos!
Maria Clara Carneiro escrevendo sobre a difícil tarefa de ser crítico de quadrinhos hoje, Ciro I. Marcondes sobre as possibilidades criativas a se explorar nos quadrinhos, Greice Schneider faz uma análise de um recurso gráfico usado pelo Jason, quadrinista norueguês radicado na França e o DaniloZ escreve sobre seu processo de trabalho em arquitetura versus em quadrinhos.
Além disso, uma extensa entrevista com o Pablo Holmberg, aka Kioskerman – e um punhado de histórias em quadrinhos de autores muitíssimo competentes e pouco famosos.
R$30 na mão ou R$35 pela internet, com o frete incluso.
Dá uma olhada lá na página do Facebook: www.facebook.com/AntilopePress
Abaixo seguem umas imagens da menina. :)
terça-feira, 2 de abril de 2013
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
200.000 horas.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
ilustras pro site do itaú.
estou fazendo umas ilustras pro site do itaú, que serão animadas em seguida. o cliente pediu algo no estilo simples dos storyboards que eu fiz pra sky no começo do ano, e eu fiquei feliz de ver que mesmo este estilo mais caretinha deu um salto qualitativo bem bacana.








quinta-feira, 23 de setembro de 2010
primavera.
minha querida amiga regiane me convidou pra fazer uma ilustra pro mixtape do trama virtual deste mês. a partir de um desenho do sketchbook, tentei brincar com o tema "primavera". um dos desenhos foi feito no próprio sketchbook e o outro num envelope pequeno. ainda não sei qual das opções eles vão aprovar (se é que vão aprovar), mas foi interessante de fazer. os climas ficaram bem diferentes, mas a idéia é mais ou menos a mesma.




terça-feira, 31 de agosto de 2010
pós 'procedência e propriedade'.
é interessante pensar que estes desenhos são potencialmente todos incompletos, que eu posso voltar daqui a semanas e aplicar algo que eu jamais poderia pensar hoje.
aquele do post anterior, com as duas figuras em cima e as figuras bastante hachuradas embaixo -- aquele mostra bastante como existem umas camadas, uma história no sketchbook. o jeito mais hachuradinho de desenhar só pôde surgir depois de encher o saco de fazer vários desenhos de observação só com linha. vale dizer também que este jeito hachurado só pôde surgir testando coisas e errando coisas e abandonando coisas.



aquele do post anterior, com as duas figuras em cima e as figuras bastante hachuradas embaixo -- aquele mostra bastante como existem umas camadas, uma história no sketchbook. o jeito mais hachuradinho de desenhar só pôde surgir depois de encher o saco de fazer vários desenhos de observação só com linha. vale dizer também que este jeito hachurado só pôde surgir testando coisas e errando coisas e abandonando coisas.



pós 'procedência e propriedade'.
fiz um curso bem interessante de desenho, quer dizer, acho que ele era de desenho. pode-se dizer que foi um curso de pensamento e talvez um curso de postura perante o trabalho. calhou que a gente usava o desenho, mas aos poucos ele deixou de ser um curso que bebia no desenho de observação e foi caminhando para desenho numa acepção mais ampla. foi bem intenso, 12, 14 horas por dia no atelier, 6 dias por semana. foi ótimo. altamente recomendado a todos que querem misturar trabalho e prazer, sejam eles quais forem. o curso se chama 'procedência e propriedade', bolado por um escocês maluco chamado charles watson.
o caso é que o curso alterou bastante o modo como eu lido com o desenho, e ainda não consigo precisar para onde meu trabalho vai daqui em diante. minha postura com o sketchbook mudou radicalmente, por exemplo. antes, o sketchbook era um monte de espaço em branco para eu preencher tão completamente quanto fosse possível (em busca de um aperfeiçoamento do traço e das habilidades de desenhista). agora, bem, agora o sketchbook é um pouco como um lugar onde eu posso desenhar sem ter um plano, um lugar onde o erro é bem-vindo e coisas podem se transformar em outras coisas.
esse raio desse curso mexeu comigo, faz dois meses que não faço um rascunho: vou direto com a caneta e tento ver o que acontece dali pra frente. via de regra, acontecem coisas legais.




estes daqui estão numa ordem mais ou menos cronológica, sabendo que eu vou e volto nas páginas do sketchbook.
o caso é que o curso alterou bastante o modo como eu lido com o desenho, e ainda não consigo precisar para onde meu trabalho vai daqui em diante. minha postura com o sketchbook mudou radicalmente, por exemplo. antes, o sketchbook era um monte de espaço em branco para eu preencher tão completamente quanto fosse possível (em busca de um aperfeiçoamento do traço e das habilidades de desenhista). agora, bem, agora o sketchbook é um pouco como um lugar onde eu posso desenhar sem ter um plano, um lugar onde o erro é bem-vindo e coisas podem se transformar em outras coisas.
esse raio desse curso mexeu comigo, faz dois meses que não faço um rascunho: vou direto com a caneta e tento ver o que acontece dali pra frente. via de regra, acontecem coisas legais.




estes daqui estão numa ordem mais ou menos cronológica, sabendo que eu vou e volto nas páginas do sketchbook.
sábado, 17 de julho de 2010
cirandagem 2.
cirandagem 1.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
ovo e martelo.
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